sábado, 23 de maio de 2026

SIM A PAULA LOBO ANTUNES JORNAL PUBLICO? OLHA VAIS PARA DIRETORA DOS JORNAL PUBLICO E DESPETE E DAME UMA GORJETA DEPOSITAS NA MINHA CONTA BANCARIA OU VAIS PARA DIRETORA DOS JORNAL JOKER DA REALIDADE DE PORTUGAL

 

SAI à MEIA NOITE NA LISGRAFICA EM QUELUZ DE BAIXO OU NA VASPO AO LADO DAS AMOREIRAS PREÇO 1 EURO




 Trump critica meios de comunicação: "Perderam o rumo. Enlouqueceram" - Notícias ao Minuto

Trump critica meios de comunicação: "Perderam o rumo. Enlouqueceram"

Sócrates escolheu direção do JN E LUSA  - Tv Media - Correio da Manhã

  1. E para o ‘DN’ a escolha era óbvia: Ferreira Fernandes. "A solução é o homem da última página, com reputação e aceitação da redação", desabafava o ex-governante a Afonso Camões.


Ex-diretor do Público acusa Sócrates de controlar jornais e rádios

  1. 27 de set. de 2016 · Após várias considerações sobre o livro ‘Eu e o Políticos’, José Manuel Fernandes criticou a “passadeira vermelha” que o grupo Global Media, “um dos maiores do país e proprietário do …


Como José Sócrates tentou controlar a comunicação social.

1 de mai. de 2024 · Era quase uma “obsessão”. Quem lidou de perto com José Sócrates descreve assim a sua relação com a imprensa. O ex-primeiro-ministro preocupava-se com as notícias que saíam …




Pobreza em Portugal. Quase dois milhões vivem com …


Luís Montenegro integra a mesma loja maçónica que o ex-chefe …

Portugal é dos países com a carga fiscal mais alta na …

26 de abr. de 2024 · Entre os 38 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal ocupa o oitavo lugar onde os …

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14/03/2018 — Os magistrados do Ministério Público suspeitam que FC Porto e Sporting também têm 'toupeiras' no sistema judicial português com ...C
CRONICA EDSON ATHAUYDE
Não, não vou falar da Jaguar.
Nem vou perorar sobre os caminhos da publicidade, sobre a fusão de grandes grupos mundiais ou maldizer o uso da IA. Queria apenas falar do mês de dezembro.
Há dezembros mais interessantes do que outros. Por exemplo, o dezembro de 2008 foi marcado pela urgência de esperança trazida pela eleição de Barack Obama. Magnífico na retórica, Obama, como um encantador de serpentes, hipnotizou-nos a todos, fazendo-nos acreditar que o futuro seria melhor e rios seriam de chocolate.
Como constatamos agora que o futuro se tornou passado, a coisa terminou com Donald Trump a ser eleito duas vezes. E o simples facto de sabermos que lá para janeiro de 2025 teremos o planeta governado pelo eterno “Aprendiz” causa-nos até arrepios. Sim, não temos pressa em livrarmo-nos de 2024…
Dezembro é um mês peculiar. Ele obriga-nos a encarar aquele balanço de tudo o que não fizemos nos últimos meses. A dieta que durou até 3 de fevereiro. A inscrição no ginásio feita com tanto entusiasmo, mas que virou apenas um débito automático na conta. Aquele papelinho com uma lista de resoluções que, a esta altura, já está a meio caminho entre o esquecimento e a reciclagem.
Dezembro é um mês indulgente. Não nos pressiona a mudar no imediato, apenas nos lança aquele olhar paternalista, como quem diz: “Vai lá, no próximo ano talvez dê certo.” É o mês que nos permite uma última sobremesa, uma última festa, um último abraço, uma última tentativa de new business. Se der certo, ótimo. Se der errado, coitado do janeiro…
Dezembro é o mês da comunhão, da pausa, da celebração daquilo que passou, mesmo que tenha sido um caos completo. É o mês em que os japoneses, pragmáticos como são, chamam de Shiwasu – “o mês em que até os monges correm”. Porque, claro, precisamos da correria. Dezembro sem correria seria como um Natal sem rabanadas ou “Home Alone” na TV. Existe, mas não serve para nada.
Dezembro é um engano, uma ilusão. A palavra vem do latim “December”, que significava “décimo mês”, mas que hoje ostenta o posto de número 12 no calendário. Talvez seja uma metáfora: dezembro lembra-nos que as coisas nem sempre são o que parecem ser.
Foi em dezembro que Portugal restaurou a sua independência de Espanha, em 1640. Também foram muitos os dezembros em que os romanos celebraram a Saturnália, uma festa tão louca e desmedida que provavelmente seria cancelada nos dias de hoje por excesso de felicidade.
Dezembro tem a capacidade de nos deixar nostálgicos, como quando lembramos aquele Natal de 1997, em que, pela única vez na vida, ganhámos o presente perfeito, ou daquele de 2001, em que o peru ficou cru e foi roubado da mesa pelo cão do vizinho. Dezembro é assim: uma mistura de passado idealizado, presente confuso e futuro incerto.
Se chegou até aqui, dezembro de 2024, parabéns, é sinal de que está vivo. Quantas pessoas ótimas ficaram pelo caminho. Até em respeito a todas elas, comemore, celebre, beba, coma, engula, devore a vida como se não houvesse amanhã. Até porque, um dia, como diria o meu Tio Olavo, não haverá.
Feliz 2025. Os rios de chocolate demoram, mas ainda hão-de chegar.


CRONICA DO PUBLICITARIO PORTUGUES MAIS BEM PAGO E MAIS PREMIADO PEDRO BIDARRA


 

Assistimos à “infantilização do consumidor”, defende Pedro Bidarra


“Vejo muita comunicação a apelar a uma espécie de felicidade de Instagram, anúncios de felicidade Instagram, em que parece que as pessoas vivem noutro mundo”, defende Pedro Bidarra. Os anúncios são “muito fake“, “está tudo a fingir que está tudo bem”, refere o agora consultor, que apontou ainda como “fake” os anúncios de sustentabilidade “em que vamos todos salvar o mundo”. “Os valores funcionais da publicidade foram abandonados“, observou.

As afirmações foram feitas durante uma conversa no Terraço ECO, onde se falou sobre marketing e publicidade. Entre várias pessoas ligadas a marcas, publicidade e comunicação, o agora consultor que se “retirou” da publicidade em 2010, foi o keynote speaker.

Para o criativo, os anos 90 foram os anos do otimismo, “em que achávamos que isto ia ser um país”. E esse nível de otimismo “enorme” refletia-se “em tudo aquilo que se fazia, na comunicação, no que se deixava fazer, nos riscos que se corriam – porque numa altura de otimismo falhar não tem problema”.

Depois “mudou o pêndulo daquilo que era a venda para a compra”, explicou Bidarra, sendo que os diretores de marketing – que eram coordenadores de uma série de atividades e que era normal chegarem a CEO – deixaram de ter o mesmo poder e influência, acredita. Uma das causas passou também pelo facto de os clientes terem começado a contratar ‘especialistas em comunicação’ – “uma coisa horrível” – para falarem com as agências.

Não sou saudosista, mas realmente as compras tomaram conta do processo“, afirmou Pedro Bidarra, referindo que a perspetiva de compra passou a ser a do mais barato. “No tempo das vacas gordas era mais fácil e faziam-se menos contas“, recorda.

Sobre o ChatGPT, considera que este só funciona “para agradar”, apresentando, por vezes, “fatos erradas mas que parecem bem”. No entanto, “há coisas que funcionam”, disse Bidarra, acrescentando que usa esta ferramenta “um nível acima do Google, para pesquisa. “Tudo depende do briefing que lá se colocar”, resume.



17 de out. de 2024 · O risco de pobreza em Portugal aumentou, em 2022, pela primeira vez em sete anos. São dados da Pordata, que mostram existirem no … 

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